{"id":154,"date":"2010-02-27T23:24:15","date_gmt":"2010-02-27T22:24:15","guid":{"rendered":"http:\/\/www.grupohipnosiscopcv.es\/wordpress\/definicoes\/"},"modified":"2010-12-07T10:59:02","modified_gmt":"2010-12-07T09:59:02","slug":"definicoes","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.grupohipnosiscopcv.es\/wordpress\/em-portugues\/definicoes\/","title":{"rendered":"DEFINI\u00c7\u00c3O DE HIPNOSE"},"content":{"rendered":"<p>DEFINI\u00c7\u00c3O DE HIPNOSE DA AMERICAN PSYCHOLOGICAL ASSOCIATION (Divis\u00e3o 30 -Society of Psychological Hypnosis-, 2004)<\/p>\n<p>\u201cHabitualmente, a hipnose comporta uma introdu\u00e7\u00e3o ao procedimento durante a qual se diz a um sujeito que se apresentar\u00e3o sugest\u00f5es de experi\u00eancias imaginativas. A indu\u00e7\u00e3o hipn\u00f3tica \u00e9 uma sugest\u00e3o, extensa e ampla para usar a pr\u00f3pria imagina\u00e7\u00e3o, que se d\u00e1 no come\u00e7o (inicial), e que pode incluir\u00a0 maiores detalhes (elabora\u00e7\u00f5es) da introdu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Utiliza-se um procedimento hipn\u00f3tico para fomentar e avaliar respostas \u00e0s sugest\u00f5es. Ao usar a hipnose, uma pessoa (o sujeito) \u00e9 guiado por outra (o hipnotizador) para que responda \u00e0s sugest\u00f5es de mudan\u00e7as na experi\u00eancia subjectiva, altera\u00e7\u00f5es na percep\u00e7\u00e3o, sensa\u00e7\u00e3o, emo\u00e7\u00e3o, pensamento ou conduta. As pessoas podem aprender tamb\u00e9m auto-hipnose, que \u00e9 o acto de administrar procedimentos hipn\u00f3ticos a si mesmo.<\/p>\n<p>Se o sujeito responde \u00e0s sugest\u00f5es hipn\u00f3ticas, geralmente infere-se que se induziu uma hipnose.<\/p>\n<p>Muitos cr\u00eaem que as respostas e experi\u00eancias hipn\u00f3ticas s\u00e3o caracter\u00edsticas de um estado hipn\u00f3tico. Ainda que alguns pensem que n\u00e3o faz falta usar a palavra \u201chipnose\u201d\u00a0como uma parte da indu\u00e7\u00e3o hipn\u00f3tica, outros v\u00eam-na como essencial.<\/p>\n<p>Os detalhes dos procedimentos e sugest\u00f5es hipn\u00f3ticas diferem segundo os objectivos de quem a pratique e dos prop\u00f3sitos da tarefa cl\u00ednica ou de investiga\u00e7\u00e3o que se tenta realizar. Tradicionalmente, os procedimentos incluem sugest\u00f5es para relaxar, ainda que a relaxa\u00e7\u00e3o n\u00e3o seja uma parte necess\u00e1ria para a hipnose, podendo-se usar uma ampla variedade de sugest\u00f5es, incluindo as sugest\u00f5es de alerta.<\/p>\n<p>Tanto nos \u00e2mbitos cl\u00ednicos como de investiga\u00e7\u00e3o podem-se usar sugest\u00f5es que permitam avaliar o alcance da hipnose, comparando as respostas com escalas estandardizadas. Se bem que a maioria dos sujeitos possa responder, pelo menos, a algumas sugest\u00f5es, as pontua\u00e7\u00f5es das escalas devem abarcar uma amplitude que oscile desde o elevado ao insignificante. Tradicionalmente, as pontua\u00e7\u00f5es agrupam-se nas categorias de baixa, m\u00e9dia e alta.<\/p>\n<p>Tal como ocorre com outras medidas de constructos psicol\u00f3gicos, como a aten\u00e7\u00e3o, a probabilidade de alcan\u00e7ar a hipnose aumenta com a pontua\u00e7\u00e3o do indiv\u00edduo.\u201d<\/p>\n<p>DEFINI\u00c7\u00c3O DE HIPNOSE DA SOCIEDADE PSICOL\u00d3GICA BRIT\u00c2NICA (2000-02)<a href=\"#_edn1\">[1]<\/a><\/p>\n<p>O termo \u201chipnose\u201d designa a interac\u00e7\u00e3o que se d\u00e1 entre uma pessoa, o \u201chipnotizador\u201d, e outra pessoa ou pessoas, o \u201csujeito\u201d ou \u201csujeitos\u201d.<\/p>\n<p>Nesta interac\u00e7\u00e3o, o hipnotizador tenta influir na percep\u00e7\u00e3o, sentimentos, pensamentos e condutas dos sujeitos, pedindo-lhes que se concentrem numa ideia ou imagem capazes de evocar os efeitos que se pretendem atingir.<\/p>\n<p>As comunica\u00e7\u00f5es verbais que o hipnotizador utiliza para alcan\u00e7ar esses efeitos designam-se por sugest\u00f5es.<\/p>\n<p>A diferen\u00e7a entre as sugest\u00f5es e qualquer outra classe de instru\u00e7\u00f5es, radica na ideia de que as sugest\u00f5es implicam que as respostas experimentadas pelos sujeitos tenham um car\u00e1cter involunt\u00e1rio ou se experimentem sem esfor\u00e7o.<\/p>\n<p>Os sujeitos podem aprender a utilizar os procedimentos hipn\u00f3ticos sem necessidade do hipnotizador, processo este denominado \u201cauto-hipnose\u201d.<\/p>\n<p>Este apartado ha sido traducido por el <a href=\"http:\/\/gehec.pt.vu\/\">Grupo para o Estudo da Hipnose Experimental e Cl\u00ednica<\/a>.<\/p>\n<hr size=\"1\" \/><a href=\"#_ednref1\">[1]<\/a> Sociedad Brit\u00e1nica de Psicolog\u00eda (2002). <em>La naturaleza de la hipnosis<\/em>. Valencia: Promolibro.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>DEFINI\u00c7\u00c3O DE HIPNOSE DA AMERICAN PSYCHOLOGICAL ASSOCIATION (Divis\u00e3o 30 -Society of Psychological Hypnosis-, 2004) \u201cHabitualmente, a hipnose comporta uma introdu\u00e7\u00e3o ao procedimento durante a qual se diz a um sujeito que se apresentar\u00e3o sugest\u00f5es de experi\u00eancias imaginativas. 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